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Tratado sobre os números
Enéada VI 6 (34)



edição bilíngue, Enéada VI 6, filosofia antiga, Filosofia Grega, grego antigo, Kotter Editorial, Metafísica, neopitagorismo, neoplatonismo, platonismo, Plotino, teoria dos números, tradução comentada, Tratado sobre os números, Vinícius José Henrique da Costa Leonardi


Sinopse

A originalidade e profundidade da obra de Plotino (c. 205 – 270 d. C.) logo vêm à tona ao se examinar o modo como suas hipóstases, o Um, o Intelecto e a Alma, se constituem e se relacionam. Tal exame revela a vastidão de uma arquitetura filosófica capaz de notável influência no pensamento ocidental, a qual perpassa Agostinho, o Renascimento, Hegel e, inclusive, Guimarães Rosa. Seu neoplatonismo vem ainda com um expressivo, rico e desafiador modo de escrita. Dentre seus 54 tratados, divididos em 6 Enéadas, o Tratado sobre os Números, o sexto da sexta Enéada (tratado VI 6), chama especial atenção por seu tema e dificuldade. Nele visitamos um dos mais vastos e imbricados tópicos da tradição platônica, que é um modo matemático de se expressar ou mesmo conceber ontologia e metafísica. Como Aristóteles já dizia, “para os filósofos de hoje, as matemáticas se tornaram filosofia”. Com a presente tradução do tratado VI 6, suprida por comentários e notas, pretendemos mostrar como Plotino se serve de uma certa “metafísica do número” para elucidar a riqueza do inteligível e, com isso, acaba por oferecer uma valiosa referência para se entender o papel dos entes matemáticos na estruturação e expressão de uma metafísica platônica.

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Metadado adicionado por Kotter Editorial em 02/07/2026

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Metadados adicionados: 02/07/2026
Última alteração: 02/07/2026

Autores e Biografia

Plotino (Autor) - A originalidade e profundidade da obra de Plotino (c. 205 – 270 d. C.) logo vêm à tona ao se examinar o modo como suas hipóstases, o Um, o Intelecto e a Alma, se constituem e se relacionam. Tal exame revela a vastidão de uma arquitetura filosófica capaz de notável influência no pensamento ocidental, a qual perpassa Agostinho, o Renascimento, Hegel e, inclusive, Guimarães Rosa. Seu neoplatonismo vem ainda com um expressivo, rico e desafiador modo de escrita. Dentre seus 54 tratados, divididos em 6 Enéadas, o Tratado sobre os Números, o sexto da sexta Enéada (tratado VI 6), chama especial atenção por seu tema e dificuldade. Nele visitamos um dos mais vastos e imbricados tópicos da tradição platônica, que é um modo matemático de se expressar ou mesmo conceber ontologia e metafísica. Como Aristóteles já dizia, “para os filósofos de hoje, as matemáticas se tornaram filosofia”. Com a presente tradução do tratado VI 6, suprida por comentários e notas, pretendemos mostrar como Plotino se serve de uma certa “metafísica do número” para elucidar a riqueza do inteligível e, com isso, acaba por oferecer uma valiosa referência para se entender o papel dos entes matemáticos na estruturação e expressão de uma metafísica platônica. ; Leonardi, Vinícius José Henrique da Costa (Tradutor)

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