Precisa de ajuda?

+ 55 11 5420-1808
[email protected]

Livro Impresso

Aziri



Círculo de Poemas, Fósforo, Poesia, Poemas, Poesia brasileira, Poesia brasileira contemporânea, Poetas brasileiras, Clube de assinatura, Plaquetes, Poesia na escola, Poesia na sala de aula, Poetas consagrados, Poetas premiados, Poetas baianas, Prêmio São Paulo, Mata doce, Macala, Tinta da Bahia, Eliane Marques, Edimilson de Almeida Pereira, Conceição Evaristo, Ricardo Aleixo, Adão Ventura, Escravidão, Tráfico de escravos, Abolição, Racismo, Ana Maria Gonçalves, Um defeito de cor, Itamar Vieira Junior, Torto arado, João José Reis, Bahia, Memória, Ancestralidade, Diáspora africana, Identidade negra, Feminismo, Literatura contemporânea, Banzo, Descolonização, Decolonial, Poesia negra, Poeta negra


Sinopse

Quem é Aziri? Quem é essa mulher, identificada como “africana da nação Mina”, na fotografia de Christiano Junior, de 1864-1865? Ela é Aziri Dagwa? Francisca Maria? Chica d’Água? Qual era seu nome antes do sequestro? Os versos de Luciany Aparecida não podem desfazer o apagamento que recai sobre essa história, mas revelam a travessia de uma das grandes autoras da atualidade em busca de uma “mana” em que vislumbra o “brilho presente de nossas ancestrais”.
Aziri é também a personagem principal do novo romance de Luciany Aparecida, Tinta da Bahia, ainda inédito. O livro contará a história ficcional da africana Aziri Dagwa, criança sequestrada na região do rio Níger, no Mali, e traficada para o Brasil a partir do Benim, na chamada Costa da Mina. Na Bahia, Aziri foi batizada como Francisca Maria e, depois, ficou conhecida como Chica d’Água, em Valença, no litoral baiano.
No poema, Aziri renasce, se faz eterna “assombrando poemas”. Na cadência suave dos versos, é possível ouvir sua voz, seu lamento, seu regresso. E tudo é muito luminoso ao seu redor, porque Aziri volta para fazer festa, para dar um basta ao “convívio sequestrado” e dizer, de uma vez por todas, “vamos, irmã, caminhemos juntas”.
Aziri é a segunda plaquete de uma trilogia em diálogo com fotografias de mulheres negras do século XIX. A série começou com Macala, primeira plaquete do Círculo de Poemas, de janeiro de 2022, escrita a partir da clássica fotografia Mulher negra da Bahia, de c. 1885, de Marc Ferrez. A terceira plaquete da série será publicada em 2027.

Metadado adicionado por Editora Fósforo em 19/01/2026

Encontrou alguma informação errada?

ISBN relacionados

9788556522009 (ISBN de Produto do Mesmo Autor)
9786584574151 (ISBN de Produto do Mesmo Autor)
9786589649069 (ISBN de Produto do Mesmo Autor)
9788593407109 (ISBN de Produto do Mesmo Autor)


Metadados adicionados: 19/01/2026
Última alteração: 02/02/2026
Última alteração de preço: 02/02/2026

Autores e Biografia

Aparecida, Luciany (Autor) - Quem é Aziri? Quem é essa mulher, identificada como “africana da nação Mina”, na fotografia de Christiano Junior, de 1864-1865? Ela é Aziri Dagwa? Francisca Maria? Chica d’Água? Qual era seu nome antes do sequestro? Os versos de Luciany Aparecida não podem desfazer o apagamento que recai sobre essa história, mas revelam a travessia de uma das grandes autoras da atualidade em busca de uma “mana” em que vislumbra o “brilho presente de nossas ancestrais”. Aziri é também a personagem principal do novo romance de Luciany Aparecida, Tinta da Bahia, ainda inédito. O livro contará a história ficcional da africana Aziri Dagwa, criança sequestrada na região do rio Níger, no Mali, e traficada para o Brasil a partir do Benim, na chamada Costa da Mina. Na Bahia, Aziri foi batizada como Francisca Maria e, depois, ficou conhecida como Chica d’Água, em Valença, no litoral baiano. No poema, Aziri renasce, se faz eterna “assombrando poemas”. Na cadência suave dos versos, é possível ouvir sua voz, seu lamento, seu regresso. E tudo é muito luminoso ao seu redor, porque Aziri volta para fazer festa, para dar um basta ao “convívio sequestrado” e dizer, de uma vez por todas, “vamos, irmã, caminhemos juntas”. Aziri é a segunda plaquete de uma trilogia em diálogo com fotografias de mulheres negras do século XIX. A série começou com Macala, primeira plaquete do Círculo de Poemas, de janeiro de 2022, escrita a partir da clássica fotografia Mulher negra da Bahia, de c. 1885, de Marc Ferrez. A terceira plaquete da série será publicada em 2027.

Para acessar as informações desta seção, Faça o login.