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Livro Impresso

O corte
provocações sobre o abate religioso



teologia


Sinopse

Este livro apresenta uma leitura dialética sobre o corte (ou abate religioso) nas religiões tradicionais de terreiro. De um lado, sua importância como fundamento nos chamados Cultos de Nação e em alguns segmentos de Umbanda, a discriminação e as tentativas de intervenção do Estado na liberdade religiosa do Povo de Axé. De outro, a abolição do corte, sua incompreensão por parte dos segmentos do Povo de Axé que não aceitam essa alteração e a apropriação equivocada da mudança por parte de alguns segmentos veganos e de protetores de animais. Nas duas partes (O corte como fundamento/O fundamento sem o corte) buscou-se uma linguagem acessível a todos (religiosos tradicionais de terreiro ou não) e referências precisas, pontuais e dialógicas com o objetivo de municiar o diálogo de respeito à diversidade.Registro da identidade e da resistência da fé e da espiritualidade vicejante de um povo que prostra a cabeça no chão para mantê-la em pé no cotidiano, o livro é dedicado às Iabassês, cozinheiras que sacralizam saberes e sabores.

Metadado adicionado por Editora Recriar em 20/07/2026

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Metadados adicionados: 20/07/2026
Última alteração: 20/07/2026

Autores e Biografia

Barbosa Júnior, Ademir (Autor) - Dirigente da Tenda de Umbanda Caboclo Jiboia e Zé Pelintra das Almas (Piracicaba – SP). É Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde se graduou em Letras, professor e terapeuta holístico. Recebeu o Troféu Abolição – Instituto Educacional Ginga (Câmara Municipal de Limeira); o Diploma Cultura de Paz – Fundação Graça Muniz (Salvador); o Diploma Zumbi dos Palmares (Câmara Municipal de Campinas), o Troféu 1º. Jovens do Axé (Câmara Municipal de São Paulo) e o título de Embaixador das Religiões de Matriz Africana no Estado de São Paulo (Terreiro da Vó Benedita – Campinas). No início 2018 recebeu o título Doutor Honoris Causa pelo Movimento Cultural Negro Ginga – IEG, de Limeira – SP. No segundo semestre do mesmo ano, pós-graduou-se em Ciência da Religião pelo Instituto Prominas. É Ogã, há quase duas décadas, do Ile Iya Tundé (dijina: Tata Obasiré).

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