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Manual do Letramento Racial
Um convite à consciência, à ação e à transformação



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Sinopse

O racismo não está apenas nos grandes episódios de violência explícita. Ele atravessa escolas, empresas, relações afetivas, oportunidades, silêncios e até mesmo a forma como aprendemos a enxergar a nós mesmos e ao outro.
Em Manual do letramento racial, Luiza Mandela transforma teoria em prática e oferece ao leitor um caminho acessível, crítico e profundamente humano para compreender como o racismo estrutura a sociedade brasileira e como podemos agir para transformá-la.
Com linguagem direta, exemplos cotidianos, referências históricas e reflexões potentes, a autora convida o leitor a desenvolver consciência racial, ampliar sua percepção sobre desigualdades e construir práticas antirracistas reais, dentro e fora das instituições. Neste livro, você encontrará:
• Explicações claras sobre letramento racial, racismo estrutural e branquitude.
• Reflexões sobre identidade negra, ancestralidade e autoestima racial.
• Estratégias práticas para combater o racismo no cotidiano e nas instituições.
• Um resgate histórico potente sobre África, povos negros e suas contribuições para o mundo.
• Mais do que um livro, Manual do letramento racial é um chamado à consciência, à ação e à transformação.

Metadado adicionado por Editora Manole em 10/06/2026

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Metadados adicionados: 10/06/2026
Última alteração: 10/06/2026

Autores e Biografia

Mandela, Luiza (Autor) - Luiza Mandela é filha de dois professores militantes do Movimento Negro brasileiro, Christina Ramos e Sebastião Soares, e o nome Mandela expressa a continuidade de seu compromisso com a luta antirracista. É pedagoga e, ainda na universidade, em 2005, pesquisou a representação da população negra nos livros didáticos. Em 2012, ingressou na rede municipal do Rio de Janeiro como professora de Educação Infantil e, simultaneamente, iniciou o Mestrado em Relações Étnico-Raciais, direcionando sua prática para uma educação antirracista em uma rede majoritariamente negra e periférica. É mãe de Alice Mahin, irmã mais velha de cinco irmãos e esposa de Wagner Ceia. Atuou como coordenadora pedagógica e formadora na Escola Paulo Freire. Foi integrante da Gerência de Alfabetização e Anos Iniciais da Secretaria Municipal de Educação (GAI-SME) e gerente da Gerência de Relações Étnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educação (GERER-SME), promovendo políticas de educação antirracista. É doutoranda em Educação pela Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ/FFP), mestra em Relações Étnico-Raciais, escritora, consultora e colunista do Portal Conteúdo Aberto da FTD Educação, além de formadora da Escola de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas de Campinas (EGDS). É idealizadora de cursos, palestras, mentorias e de uma pós-graduação na área. Premiada por sua atuação, é também podcaster e empresária à frente da Mandela Consultoria Antirracista.

Sumário

Prefácio
Apresentação
INTRODUÇÃO - Por que precisamos falar sobre letramento racial?

CAPÍTULO 1 – O QUE É LETRAMENTO RACIAL? A IMPORTÂNCIA DO CONCEITO PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA
1.1 Definição do conceito e suas origens
1.2 Por que a ignorância racial perpetua desigualdades? A quem interessa essa ignorância?
1.3 Consciência racial é diferente de letramento racial…
1.4 Fui educada pelo movimento negro: formação política, racial e afetiva
1.5 Para não concluir : ‘’Se quer ir rápido , vá sozinho , se quer ir longe vá acompanhado ‘‘ Provérbio Africano

CAPÍTULO 2 - RACISMO NO BRASIL : UMA BREVE CARTOGRAFIA
2.1 O Brasil é um país forjado e estruturado no racismo
2.2 Racismo institucional: quando a estrutura rejeita corpos negros
2.3 Racismo recreativo
2.4 Racismo interpessoal: onde a estrutura ganha voz
2.5 Reflexões inconclusivas : o racismo terá fim ?

CAPÍTULO 3 - IDENTIDADE E CONSTRUÇÃO RACIAL : QUEM NOS DISSERAM QUE SOMOS ?
3.1 Identidade racial: uma construção social
3.2 Socialização racial: aprendemos a ver cor — e a hierarquizá-la
3.3 Identidade em movimento
3.4 Exercício de letramento pessoal
3.5 Caminhos para uma identidade racial positiva

CAPÍTULO 4 - A HISTÓRIA DO POVO NEGRO NÃO COMEÇA NA ESCRAVIDÃO
4.1 África antes da colonização: ciência, arte e filosofia
4.2 Reinos, impérios e civilizações africanas em destaque
4.3 Conhecimentos ancestrais e suas contribuições para o mundo
4.4 Memória, Ancestralidade e Orgulho: Caminhos Para Uma Pedagogia Antirracista

CAPÍTULO 5 — NÃO BASTA SER ANTIRRACISTA: É PRECISO SER TAMBÉM ANTI-LGBTQIAPN+FOBIA
5.1 Interseccionalidade: quando raça, gênero e sexualidade se cruzam
5.2 A violência contra pessoas LGBTQIAPN+ negras: números, realidades e silêncios
5.3 Estereótipos, hipersexualização e controle dos corpos negros LGBTQIAPN+
5.4 Práticas inclusivas: como construir ambientes realmente seguros
5.5 Antirracismo é compromisso com todas as vidas negras

CAPÍTULO 6 - PRÁTICAS COTIDIANAS DO LETRAMENTO RACIAL: ANTIRRACISMO COMEÇA NO DIA A DIA
6.1 Na educação: do currículo à convivência
6.2 O que fazer em casos de racismo no ambiente escolar ?
6.3 Nas redes sociais: para além dos likes
6.4 Na família e nas relações íntimas: o racismo começa em casa
6.5 Desafio prático: 7 dias de observação e ação antirracista
6.6 Erros Comuns de Quem Está Começando a se letrar racialmente (e Como Evitá-los)



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