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Eu guardo meu exoesqueleto dentro de mim



protagonismo feminino; queer; jemisin; crítica social; o conto da aia; fantasia; corpos dissidentes; margareth atwood; feminista; hunger games; empatia; ursula k le guin; povo marginalizado; jogos vorazes; octavia butler; militância; maternidade; luto; mulheres na ficção científica; política; sci-fi; rivers solomon; distópico; resistência; mãe solo


Sinopse

“Alguns livros têm o poder de despertar você, sacudir tudo que é antigo e levar a algo novo, emocionante e um pouco assustador. Este é um deles.”BookPage

Em um futuro inquietante, numa versão dos Estados Unidos não muito distante da realidade, o Estado encontra uma nova forma de punição: em vez da prisão, os condenados pelos crimes passam a carregar sombras extras – marcas visíveis da “culpa” que os expõem ao preconceito e à exclusão.

É nesse cenário que conhecemos Kris, uma mulher marcada pelo luto da esposa e pela maternidade solo. Sua filha nasce já com uma segunda sombra, mas também com uma luz impossível de apagar. Entre a dor da perda, o peso do estigma e os desafios de criar uma criança sozinha, Kris descobre apoio em uma comunidade de outros marginalizados que resiste unida contra a opressão, reinventando o que significa amar e existir.

Com lirismo e intensidade, Eu guardo meu exoesqueleto dentro de mim é uma estreia arrebatadora sobre luto, maternidade e a força transformadora da resistência queer.

Metadado adicionado por Editora Planeta em 21/01/2026

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Metadados adicionados: 21/01/2026
Última alteração: 06/04/2026

Autores e Biografia

Crane, Marisa (Autor)

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